sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Militar fallece durante ejercicios navales en Región de Coquimbo

SANTIAGO.- Un militar murió y otros dos resultaron heridos en medio de un ejercicio militar realizado en Puerto Aldea, Región de Coquimbo, el cual era presenciado por el Presidente Sebastián Piñera.
En el lugar también se encontraban el ministro de Defensa, Jaime Ravinet, y el comandante en jefe de la Armada, Edmundo González.
Según el comunicado entregado por la Armada de Chile, en el marco de una actividad “programada de entrenamiento terrestre anfibio”, el Soldado 1º Infante de Marina José Manuel Araya Arce, perteneciente al Destacamento de Infantería de Marina Nº2 “Miller” de Viña del Mar, falleció luego que aparentemente fallara “un material”.
En tanto, el Sargento 2º Infante de Marina Luis Alberto López Peña y el Soldado Infante de Marina Marcelo Alonso Huechapán Gómez resultaron heridos, ambos pertenecientes a la misma dotación militar del fallecido. Estos “fueron atendidos y estabilizados por personal médico en el lugar y posteriormente, evacuados en un helicóptero naval al Hospital de Coquimbo, donde se encuentran internados y fuera de peligro”, señala la declaración.
Asimismo, la institución informa que los hechos “están siendo investigados por el Fiscal Naval, quien se constituirá en el lugar de los hechos en las próximas horas”.
Junto con lamentar lo sucedido, la Armada señala que la actividad fue suspendida.
Finalmente, el comunicado señala que el ministro de Defensa, Jaime Ravinet, y el Presidente Piñera “se encontraban ubicados dentro del perímetro de seguridad empleado en este tipo de ejercicios” y que tras al accidente retornaron a Santiago.

Fonte: www.terra.cl

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Irã cava valas para enterrar soldados dos EUA, diz militar



O Irã cavou valas comuns para enterrar soldados americanos no caso de um ataque dos EUA ao país, segundo um ex-comandante da Guarda Revolucionária iraniana.
O general Hossein Kan’ani Moghadam disse que as valas foram preparadas na Província do Khuzestão (sudoeste), mesmo local onde o Irã enterrou soldados iraquianos mortos na Guerra Irã-Iraque (1980-1988).
“As valas comuns que usamos para enterrar os soldados de Saddam Hussein, à época o ditador do Iraque agora estão sendo preparadas para os soldados dos EUA”, disse ele.
A declaração foi encarada como uma resposta a especulações de que o Exército americano teria um plano para atacar o Irã, caso o país insista em desenvolver armas nucleares -intenção negada por Teerã- e as sanções ao regime não surtam efeitos.
As imagens, acompanhadas de uma música dramática, revelam fileiras e fileiras de grandes buracos simétricos espalhados por uma região desértica.
Segundo a agência, o Instituto para a Defesa de Valores da Guerra Santa – órgão iraniano que geralmente publica livros e produz filmes sobre a Guerra Irã-Iraque – é o responsável pela gravação e a divulgou para “mostrar simbolicamente que o Irã está pronto para enterrar invasores do seu solo”.

fonte: http://www.forte.jor.br/category/noticiario-internacional/

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Assessores Juridicos do Exercito








É ai que quero estar...


Ministro da Defesa visita o Contingente Brasileiro no Haiti







Missão de Paz




A ampliação do centro de formação de militares para missões de paz e o treinamento conjunto entre Exército, Marinha e Aeronáutica são os primeiros passos do Brasil para ampliar sua participação em missões da paz da ONU, objetivo traçado pelo Ministério da Defesa.
Três países estão hoje na lista de preferências de autoridades responsáveis por subsidiar a escolha, que cabe ao presidente e requer aval do Congresso. Sudão, Líbano e Chipre são consideradas missões capazes de oferecer menos riscos e ganho político real ao país.
Hoje o Brasil contribui com 9 das 16 missões da ONU. Dos 2.254 brasileiros em ações para a manutenção da paz, 97% estão no Haiti.
“O Brasil está fazendo um esforço grande para melhorar a qualidade de sua tropa”, diz Giancarlo Summa, diretor do Centro de Informações da ONU, no Rio de Janeiro. A participação em missões de paz é considerada fundamental para uma tropa que dificilmente enfrentará guerra.
O general José Elito Carvalho Siqueira, chefe do Estado-Maior do Ministério da Defesa, afirmou que o comando do CCoPaB (Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil) caberá ao Exército, que terá 150 homens, contra 30 de Marinha e Aeronáutica.

FONTE: Folha de São Paulo

Fuzil Imbel IA2


O cartaz feito pelo Exército em comemoração ao Dia do Soldado, 25 de Agosto, trará uma grande novidade. Os soldados presentes no cartaz estarão empunhando o novo Fuzil Imbel IA2, que antes mesmo de ser lançado já ganhou o apelido de “SCAR Brasileiro”.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Oração do Guerreiro de Selva - CIGS

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Não preciso falar nada. Linda demais essa oração.

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Centro de Instrução de Guerra na Selva - CIGS
Daqui alguns anos...certamente estaremos lá...

terça-feira, 27 de julho de 2010

Satélites brasileiros

Durante sua palestra, o ministro defendeu desenvolvimento de satélites brasileiros para o monitoramento das fronteiras da Amazônia e da faixa litorânea brasileira – chamada pelos militares de “Amazônia Azul”.

“[O desenvolvimento de satélites] não é coisa de apenas uma geração, e nós não estamos trabalhando”, afirmou o ministro em palestra durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Natal.

Atualmente, o Brasil tem apenas dois tipos de satélite em órbita, operados por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Um deles, em parceria com a China, leva câmeras para fotografar a superfície do planeta. O outro captura informações ambientais, como quantidade de chuvas e regime dos rios.

Segundo o ministro, uma das necessidades mais fortes da defesa é ter um satélite geoestacionário (que se mantém sempre na mesma posição em relação ao planeta) para fazer o controle do espaço aereo.
Em sua conferência, Jobim também se disse favorável a aumentar as pesquisas brasileiras na Antártida. Segundo ele, o país não tem pretensões de obter direito a trechos do território antártico – ao contrário dos vizinhos Chile e Argentina –, e a presença de pequisadores reforçaria a ideia de usar o continente apenas para fins científicos.

Fonte: http://www.forte.jor.br/

Venezuela X Colômbia

Urge examinar os múltiplos e complexos desdobramentos decorrentes desse embaraço entre estes dois países.
A primeira introspecção que faço é a seguinte; Será que esse embaraço pode gerar uma escalada militar? A denúncia é fundada ou não? Qual a participaçao dos Estados Unidos nesse eventual conflito? Qual a participaçao dos aliados ou melhor os alinhados com Hugo? Em análise hipotética, quem ganharia a guerra?


Passo a responder tais indagações. Oportuno pontuar que, ao meu sentir, esse embaraço pode sim, se tornar uma escalada militar. Fundamento esse posicionamento ventilando os interesses que o Estados Unidos possui nesse conflito; posso dizer seguramente que o exército da Colômbia seria uma extensão do exército norte-americano em razão da exclusividade das aquisições militares. A Colômbia compra tudo dos Estados Unidos possuindo até certos privilégios no fornecimento de bombas de alta tecnologia. Faço o registro ainda que o exército americano está presente em territorio colombiano ocupando algumas bases militares, com finalidade precípua de combater às FARC. O Plano Colômbia já teve investimentos diretos e indiretos da ordem de 7 bilhões de dolares.

A denúncia feita pelo Uribe à OEA deve ser levada em consideração porque já circula entre os estudiosos militares que Chávez possui certo relacionamento com as Farc. Ainda não é possível precisar qual o nível deste relacionamento, mas é sabido que há certo envolvimento.

Os Estados Unidos possui o nítido interesse nesse conflito amparado por inúmeras razões. Posso destacar em primeiro lugar, o interesse de continuar a fornecer os equipamentos militares para a Colômbia. Caso haja o conflito, os Estados Unidos maximizariam suas vendas e lucros. Em segundo lugar, Hugo traz incertezas para o cenário da política mundial, sendo considerado anti-americano, isto é, declarando expressamente que não coaduna com os ideais do império. Todas essas razões expostas corroboram para justificar e incentivar o eventual conflito armado entre Colômbia e Venezuela.

A Venezuela não entraria neste conflito só, porque também possui seus aliados, a saber Equador, Bolivia e as Farc. Chávez fez várias compras da Russia e China mas recebeu pouco disso tudo.

Do ponto de vista militar até o Brasil acabaria se envolvendo nesse conflito mas não apoiando um ou outro, mas sim preservando seu território e espaço aéreo evitando o chamado uso-utilitário, em outras palavras o Brasil não poderia permitir por exemplo que uma aeronave colombiana entrasse no nosso espaço aéreo para poder melhor bombardear a Venezuela. (isso acontece muito no oriente médio).

Num eventual conflito, ao meu sentir, a Colômbia se consagraria vencedora, por ter o devido e robusto suporte dos Estados Unidos e por estar em guerra a mais de 40 anos sendo sem dúvida a força terrestre mais bem preparada no continente por ter essa experiência de conflitos reais.

D.V.R.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Nosso objetivo

Nosso objetivo aqui é sistematizar de forma técnica os principais acontecimentos do mundo militar e examinar os desdobramentos no cenário da política interna e externa de eventuais aquisições ou potenciais conflitos armados.
Urge registrar que os principais acontecimentos, certamente serão postados e eventualemente analisados, portanto a seguir uma lista meramente exemplificativa daquilo que poderá ser objeto.
Aquisições de equipamentos,
Parcerias de programas e treinamentos,
Os rumos da política externa brasileira,
Os conflitos armados e não armados pelo mundo,
As principais noticias das forças armadas.
Agora é só esperar para ver.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O Brilhante.


Nelson Jobim é bacharel em direito formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, (1964 a 1968) exerceu advocacia entre 1969 a 1994, foi deputado federal por dois mandatos, o primeiro sendo nos anos de 1987 a 1991 e o segundo de 1991 a 1995. Foi Ministro da Justiça no Governo de Fernando Henrique Cardoso (1995 a 1997) e Ministro do Supremo Tribunal Federal sendo nomeado também após 4 anos, para a presidencia do Tribunal Superior Eleitoral e só em 2005 assumiu a presidencia do Conselhor Nacional de Justiça.


Em 25 de julho de 2007 Nelson Jobim foi empossado no Ministério da Defesa em razão da queda de Waldir Pires por demonstrar-se incapaz de gerenciar a crise aérea que se prolongou por 10 longos meses.

Naquela época as perspectivas eram baixas, seria mais um ministro que não faria nada, se fosse capaz de lidar com a crise já estaria de bom tamanho. Mas ninguém, absolutamente ninguém imaginou que ali estaria o mais brilhante e competente ministro da defesa de todos os tempos.

Nelson Jobim é sem dúvida, o responsável pelas profundas mudanças no cenário político-militar brasileiro, razão pela qual nós estaremos aqui expondo algumas dessas políticas no sentido de desvendar os rumos no qual o Brasil passou a tomar.

D.V.R.